English Spain Français Deutsch Italian

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

COMO MANTER A ATRAÇÃO NA VIDA CONJUGAL? (DADO MOURA - COMUNIDADE CANÇÃO NOVA)

Quem não se lembra dos inícios de namoro? Nesse começo do envolvimento, a pessoa apaixonada pega-se pensando no outro a todo instante, em tudo vê algo que remete seus pensamentos à pessoa por quem tem um amor ainda platônico. Assim, o galanteador, por meio dos olhares trocados ou nas conversas – que apesar de parecerem bobas, não são descartadas pela pretendente de imediato –, lança mão de todas as “manobras”, a fim de prolongar os momentos na presença do outro.

Independente da época em que o casal tenha se conhecido ou da realidade social na qual cada um viva, quase sempre, em seus encontros, estão presentes as mesmas táticas de um jogo de sedução e de desejo silencioso entre eles.

Um jogo que, nas abordagens, visa a aproximação junto da pessoa com o propósito de estabelecer com ela um romance.

Das experiências vividas em outros relacionamentos, aprende-se que, ainda que seja muito agradável estar com alguém bonito, somente os lindos olhos azuis da menina ou o físico “malhado” do rapaz, não tem forças suficientes para sustentar um envolvimento a longo prazo.

Isso nos faz perceber que apenas o sentimento de atração física por alguém não é sinal de amor.

Amar é muito mais do que desejar estar perto de alguém ou se sentir atraído (a) pelos atributos do (a) pretendente.

Apesar de a atração física não ser unicamente a base de um relacionamento, na vida a dois o desejo e o amor pelo outro se complementam como ingredientes para compor as bases dessa relação. Se a atração física desperta em nós o desejo por alguém, o amor amadurecido nos provoca a querer permanecer no propósito de construir a felicidade com a pessoa.

Assim como numa orquestra é preciso que haja harmonia e nenhum deslize pode acontecer na execução da música, na sinfonia da vida conjugal muitas coisas precisam estar também afinadas entre os cônjuges.

Isso implica na retomada daqueles cuidados que, ainda como namorados, o rapaz e a moça procuravam cultivar em cada encontro, isto é, o interesse do outro para si!

Se tal atenção deixou de fazer parte da agenda do casal, ainda é tempo de recomeçar. Não podemos considerar que somente por estarmos casados, não há mais a necessidade de continuar provocando boas sensações no nosso cônjuge. O desejo em continuar atraindo o outro, por meio dos encantamentos, dos cuidados e dos atributos naturais, deverão ser cultivados e alimentados ao longo da vida conjugal.

Além das obrigações comumente realizadas pelo casal, os momentos de romance e intimidade entre marido e mulher precisam ser observados com o mesmo grau de importância com que eles se dedicam às outras tarefas, pois não é porque já nos encontramos casados que devemos abolir da vida conjugal a arte de continuar seduzindo aquela pessoa que nos faz sentir realizados.
Um abraço! 


Foto Dado Moura
contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova como articulista. Autor do livro Relações sadias, laços duradouros e Lidando com as crises
Outros temas do autor: www.dadomoura.com
twitter: @dadomoura
facebook: www.facebook.com/reflexoes

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PADRE CAFFAREL - PROFETA PARA O NOSSO TEMPO


Com os nossos agradecimentos à Equipe 1 - Nossa Senhora da Assunção
Setor Lagos - Região Rio IV

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O QUE NÃO É O DEVER DE SENTAR-SE (DINÂMICA DA EQUIPE 12 - SETEMBRO DE 2013)

Antes de tudo e primeiro que tudo, o Dever de Sentar-se jamais deverá ser uma peça acusatória de um dos cônjuges contra o outro, e que possibilite uma defesa que se torne também um libelo de acusação mais forte e contundente, levando os dois a uma escalada de agressões mútuas.

O Dever de Sentar nunca deve ser visto como:
Um desabafo;
Um recordar mágoas passadas;
Uma vingança;
Uma projeção de conflitos passados não resolvidos suficientemente;
Uma cobrança de comportamentos e de atitudes desejados por um dos cônjuges, ou de ambas as partes;
Uma ocasião de manifestação da vontade de dominação de um dos cônjuges sobre o outro;
Uma oportunidade em que os dois entrem numa relação de competição, num constante medir força e poder;
Uma troca de "mesuras", "elogios" e "cortesias" usadas como fuga das dificuldades inerentes e inevitáveis na vida conjugal e familiar e que venha a impedir uma análise verdadeira que leve o casal a uma autocrítica construtiva. O excesso de atenções pode ser, às vezes, um comportamento compensatório como auto-punição por faltas cometidas em desrespeito ao outro cônjuge;
Claro que vocês sabem disso tudo eu só mandei esta mensagem para mais uma vez lembrá-los de fazer o DEVER DE SENTAR - SE.

AS QUATRO ESTAÇÕES DO DEVER DE SENTAR-SE (DINÂMICA DA EQUIPE 12 - SETEMBRO DE 2013)


AS QUATRO ESTAÇÕES DO DEVER DE SENTAR-SE.
1. Nosso dever de sentar-se é como o OUTONO que produz frutos saborosos? Ou produz frutos amargos e azedos?

2. É como o INVERNO que gela o relacionamento do casal? Ou tem a lareira do amor para aquecê-lo?

3. É como a PRIMAVERA que floresce o jardim do amor? Ou produz flores sem aroma e espinhosas?

4. É como o VERÃO que queima e seca? Ou derrete o gelo do nosso coração e aquece o nosso amor conjugal e familiar?

Dever de sentar-se - Pista 1
1. O Casal - O cônjuge em relação ao outro.

• No meu relacionamento com o cônjuge tenho sido impelido mais pelo interesse ou pela sede de gozo ou posse, do que pelo desejo de agradar-lhe?
• Nos momentos de dificuldades: (doenças, economia em pane, perturbações emocionais) tenho procurado visualizar minha responsabilidade no evento ou, pelo contrário, tenho distinguido (em 1º lugar) a eventual "culpa" do outro?
• Tenho correspondido às graças sacramentais do matrimônio, vivendo unido ao outro em estabilidade e fidelidade?
• Minha fé no cônjuge é compromissada, isto é, tenho procurado valorizar seus dons?

2. O Casal em relação aos filhos

• Até que ponto, temos nos lembrado de que nossos filhos são, também, nossos irmãos inseridos no Corpo Místico de Cristo pelo batismo?
• Temos permitido que nossos filhos "cresçam" ou temos retardado a maturidade deles, com receio de perdê-los?

• Temo-nos preocupado em testemunhar-lhes amor gratuito, para que eles percebam o verdadeiro sentido de "estar a serviço"?
• Temo-lhes falado sobre vocação (em geral) e da necessidade de se prepararem para uma opção em relação a ela?

3. O Casal em relação à sua Equipe

• Nós nos sentimos compromissados com a nossa Equipe?
• Já nos demos conta de que aquele casal com o qual "menos simpatizamos", pode ser o mais necessitado de "simpatia", para crescer?
• Em nossa reunião mensal, temos co-participado nossos empenhos apostólicos para uma ajuda mútua? O que tem sido a co-participação em nossa Equipe?
• Temos feito esforços para, através da Equipe, chegar aos familiares de nossos companheiros ou, pelo contrário, temos-nos afastado de nossos familiares por causa da Equipe?

4. O casal e a Igreja

• Temos participado de cursos de preparação para o casamento, encontros com casais, ou temo-nos limitado a falar mal dos que defendem o divórcio, o aborto e a eutanásia no Brasil?

• Como membros da Igreja, temos sido "sal", "fermento" e "luz", no que toca a uma conscientização de "paternidade responsável", ou temos-nos limitado a ficar "profundamente magoados" ao ler, nos jornais, que o entupimento do esgoto de uma "Santa Casa" foi provocado pelos fetos abortados?

• Nossa família (eclesiola) tem se vinculado à Igreja, como presença ativa ou, apenas, como "assistente da Missa Dominical"?
• Como casal cristão, estamos dispostos a uma "generosa abertura para as outras famílias, inclusive de confissões cristãs diferentes, marginalizadas ou em processo de desintegração"? Como?

• Nosso relacionamento com a hierarquia é de mera "cordialidade", ou de fraterno interesse? Estamos esperando ser convidados a "participar" ou temo-nos colocado à disposição de servir?

5. O Casal e Deus
• Em face de todas essas observações, como anda a nossa vida de oração?

Dever de sentar-se - Pista 2
PARA MEDITAR:
“A caridade é paciente, a caridade é prestativa; não é invejosa, não é orgulhosa, não é arrogante, nada faz de inconveniente; não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor; não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (ICor 13,4-7).

“AMAR
É estar atento ao outro, procurar e querer seu bem, sua felicidade; alegrar-se com sua
alegria e com o que lhe agrada, não cobrar o que nos deve, mas lembrar sempre aquilo
que nós deixamos de dar; é olhar o outro com olhos tais que suscitem nele a alegria, evoquem possibilidades insuspeitadas, comuniquem novas forças.

AMAR
É ainda partilhar, mais pelo espírito que pela palavra; é dialogar, pôr em comum o que
se pensa e também o que se espera, ou o que se teme ou se receia, não aceitar o que separa, não se resignar em guardar só para si uma desconfiança, um rancor, a mágoa de uma palavra que nos foi dita.

AMAR
É esperar juntos, querer progredir juntos, amadurecer juntos, e, às vezes, juntos sofrer,
abrindo a dois os corações aos infinitos apelos dos outros, do mundo e de Deus.

ALGUMAS PISTAS

I -Conhecimento de si e ajuda mútua

• Procuramos dar-nos a conhecer, tal como somos hoje?
• Temos dificuldades em comunicar-nos? Preferimos o silêncio ao confronto?
• Sabemos exprimir nossa ternura, nossa gratidão? De que modo?
• Quais são os pontos que oferecem dificuldades ao nosso entendimento mútuo?
Por quê?
• Quais são atualmente nossas aspirações? Ousamos confiá-las ao outro?
• Ajudamo-nos a desenvolver nossa personalidade e nossos dons, tanto humanos como espirituais? Como?
• Rezamos juntos? Rezamos um pelo outro?
• Partilhamos com o cônjuge os apelos do Senhor? As luzes recebidas na oração, na leitura do Evangelho? Ajudamo-nos a progredir no amor de Deus e dos outros? Como?
II - Vida a dois

• Por que casamos ?
• Preocupamo-nos com a felicidade do outro?
• Quais foram os momentos mais felizes de nossa vida?
• Como é nosso relacionamento? (carinhoso, efusivo, respeitoso, indiferente...)
• Nos momentos difíceis, como: doenças, problemas econômicos, crises emocionais, qual é a nossa atitude? Vivemos reclamando? Culpamos o outro? Ou procuramos amenizar as preocupações?
• Dividimos as tarefas de casa?
• Mostramos interesse pelo trabalho do outro?
• Como organizamos os lazeres? Levamos em conta os gostos do outro?
• Que fazemos para manter nosso equilíbrio físico e psíquico? Nossa saúde?
• Administramos juntos nosso tempo e nossos bens? Qual é na prática, nossa hierarquia de valores?
• Como está nosso relacionamento sexual? É pra nós uma manifestação de amor, de comunhão, de dom recíproco – ou simplesmente satisfação física, procura egoísta de prazer, cada qual para si? Sentimos alegria ou apenas cumprimos um dever? Conversamos a este respeito?
• Procuramos juntos, a harmonia sexual? Como entendemos a castidade sexual?
• Nossa vida sexual tem um sentido de fecundidade? Quais são os nossos critérios para regular a natalidade? E nossos métodos? Foram escolhidos de comum acordo? Consideramos a palavra da Igreja neste ponto? Procuramos opinião de pessoas competentes?
• Somos Capazes de ascese em nossa vida sexual, visando um amor maior? Ascese de corpo, da imaginação, da afetividade?

III - Vida com os filhos

- Assumimos conjuntamente a responsabilidade de educar nossos filhos? E como podemos nos ajudar melhor nesta tarefa?
- Qual é a atmosfera de nossa casa? (alegria, liberdade, confiança? Ou tristeza, severidade, silêncio?)
- Sabemos encorajar nossos filhos? Em nossas exigências, distinguimos o essencial do secundário?
- Dedicamos tempo a eles? Sabemos brincar com eles, escutá-los, colaborar em suas tarefas escolares?
- Permitimos que participem da vida da casa, da organização dos lazeres, das deliberações sobre nossos planos?
- São moços ou já casados, colaboramos com eles sem interferir em suas decisões?
- Que visão da vida lhes damos, tanto através de nosso comportamento como das nossas palavras (primazia do sucesso material, do dinheiro, ou primazia do amor e do dom de si mesmo?)
- Mantemos contato com seus professores e amigos?
- Proporcionamos a eles uma formação sexual? Interessamo-nos por seus namoros?
- Agimos de comum acordo com um filho difícil?

IV - Nós e os outros

- Nosso lar é aberto ou fechado aos nossos amigos, parentes, vizinhos, ...?
- Interessamo-nos pelos outros nas horas de doença, de luto, de dificuldades financeiras, de crises e outros contratempos?
- Qual é nossa atitude em relação à família, aos amigos, aos vizinhos, aos que encontramos ocasionalmente? (abertura, atenção, benevolência, acolhimento, ou indiferença, esquecimento?)
- Quais são nossos engajamentos a serviço dos outros, na Igreja, na comunidade? Foram aceitos de comum acordo? Revisamo-nos juntos de vem em quando?
- Nossa maneira de viver leva a testemunhar Cristo e o Evangelho, ou se enquadra na procura de conforto e de satisfações materiais?
Se você chegou até o fim dessa reflexão com certeza fará o dever de sentar - se,
então mãos à obra.
Beijos para toda equipe!
http://valeriaalexandre.blogspot.com.br/2009/04/dever-de-sentar-se-no-outono-da-vida.html

MEDITAÇÃO - A PRIMAZIA DOS EXCLUÍDOS - (DINÂMICA DA EQUIPE 12 - SETEMBRO DE 2013)



A PRIMAZIA DOS EXCLUÍDOS


Os excluídos e deserdados estiveram sempre no centro das atenções de Jesus. Este aproveitava todas as oportunidades para dispor os discípulos a acolhê-los e mostrar-se solícitos para com eles, diferentemente do comportamento típico da época.


A refeição na casa do fariseu ofereceu-lhe uma ocasião favorável para isto. Em geral, convida-se para uma ceia, em família, os próprios familiares, as pessoas às quais se quer bem, ou alguém de uma certa importância. Existe quem se preocupa em convidar os ricos, com o intuito de receber também um convite, em contrapartida.


Quiçá fosse esta a mentalidade do chefe dos fariseus, pois é a ele que Jesus dirige a advertência de romper com este esquema. Como? Chamando para o banquete os pobres, estropeados, coxos e cegos. Em suma, os desprezados deste mundo, dos quais seria impossível esperar algo como recompensa. Isto sim, seria a expressão da mais absoluta pureza de coração, característica de quem o tem centrado em Deus. Seria um ato de amor misericordioso, próprio de quem não se deixa escravizar pelo egoísmo.


Tal gesto de bondade não passa despercebido aos olhos do Pai. Por ocasião da ressurreição, quem agiu assim receberá a recompensa devida. Diz o provérbio bíblico: "Quem dá aos pobres, empresta a Deus". Pois bem, quem se mostra generoso com os excluídos deste mundo, pode estar seguro de estar atraindo sobre si a misericórdia divina.
Oração
Espírito que conduz ao amor dos mais pobres, abre meu coração para acolher os deserdados deste mundo, pois eles têm a primazia no coração do Pai.



(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês.) VIVÊNCIA:


No Evangelho de hoje Jesus vem, em primeiro lugar, mostrar-nos a importância de sermos humildes. Na parábola, o banquete é o banquete universal do Reino, aberto a todos, cujo dono é Deus e os convidados são, em especial, os mais pobres, os necessitados, os marginalizados e os considerados “últimos”.


Atualmente, vivemos em uma sociedade que as pessoas têm suma necessidade de se mostrarem, de serem reconhecidas como importantes e de ocuparem os primeiros lugares, quem sabe até pisando, sem escrúpulos, nos demais. Daí a importância de escutarmos, com frequência, esta mensagem evangélica sobre a humildade.


Na segunda parte, o tema do Evangelho é a gratuidade dos nossos gestos. Interpretando a mensagem bíblica pelo aspecto espiritual ela nos diz que o bem deve ser praticado sem visar vantagens temporais, buscando somente a vantagem eterna no dia da ressurreição dos justos. O discípulo de Jesus não deve deixar-se mover pelo egoísmo, não deve ...buscar a recompensa de seus serviços, não deve agir movido pelos fins terrenos, mas ter sempre o coração elevado para as coisas do alto, sempre movido pelo amor a Deus.


A recompensa divina é a que tem valor definitivo e só assim, atuando no meio dos homens, mas buscando a Deus, é que o discípulo de Jesus Cristo se torna Seu sacramento para o mundo, sinal de amor que Deus tem por todos os homens.


Jesus nos diz que o nosso relacionamento com as pessoas não pode ter como ponto de partida o interesse da espera de uma retribuição, mas que seja tão somente pelo amor e pela gratuidade. Devemos pensar que Deus nos ama gratuitamente e nos concede tudo o que somos e temos sem nada exigir em troca. Façamos o mesmo para com os nossos irmãos, principalmente pelos mais necessitados.


Peçamos ao Senhor a humildade da primeira parábola. Não busquemos os primeiros lugares, pois quando buscamos o primeiro lugar mostramos nossa presunção e soberba. Por outro lado, o humilde é aberto para o Senhor, reconhece que é dependente Dele e a Ele se confia. O que importa de verdade: Ser importante e reconhecido pelo homem? Ou ser humilde e reconhecido por Deus?


Tenhamos em mente que devemos ter sempre duas atitudes na vida – quando da escolha dos lugares: HUMILDADE e na escolha dos convidados: GRATUIDADE: Amor sem interesses.


ORAÇÃO:


Senhor, colocai em mim Vossos sentimentos e Vossa generosidade para que eu aprenda a compartilhar a minha vida com os pobres e, sobretudo a viver com eles a festa da Vossa amizade. Amém!


A PAZ DE CRISTO!


“O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça! O Senhor volte o seu rosto para ti e te dê a paz!” (Nm6, 24-26)

http://www.nospassosdemaria.com.br/Evangelho.html